🐛 Guia Rápido - Monitoramento de Pragas

O monitoramento de pragas — ou MIP, manejo integrado de pragas — é a ida a campo para descobrir o que está acontecendo dentro do talhão antes de decidir se vale aplicar. O técnico entra na lavoura, caminha pela área e vai parando ao longo do percurso; em cada parada, olha as plantas à sua volta e registra o que encontrou. Na upCampo esse registro é feito no celular, parada a parada, e o portal junta tudo num número por talhão — o número que o agrônomo compara com o nível de controle para decidir se chegou a hora de aplicar.

⚠️ Os pontos não são fixos. O sistema não define uma malha, não marca no mapa onde parar nem exige um número mínimo de paradas. Onde parar e quantas vezes é decisão do técnico e da rotina que a fazenda adota — o que a upCampo faz é registrar o que foi feito, com a coordenada de cada parada.

Se você nunca viu esse fluxo por inteiro, ele funciona assim:

  1. O técnico sai a campo com o aplicativo no celular. Ele escolhe o talhão e começa a percorrer.
  2. Em cada parada, abre um ponto e registra o que viu: o estádio da lavoura, a fenologia da planta e a contagem das pragas encontradas.
  3. Ao voltar ao sinal, o celular sincroniza. Todos os pontos daquele talhão naquele dia formam um levantamento.
  4. O portal calcula o resultado do talhão e o compara com o nível de controle que a fazenda cadastrou para aquela praga, cultura e estádio.
  5. O agrônomo lê o resultado no painel de levantamentos e decide: aplicar, esperar ou voltar a monitorar em dois dias.

O aplicativo de campo

A coleta acontece no aplicativo da upCampo, instalado no celular do técnico:

O login é o mesmo do portal — o técnico entra com o usuário e a senha que já usa no sistema, não existe cadastro separado para o aplicativo. O que precisa existir é o acesso liberado: um usuário criado para ele em Usuários, com permissão na fazenda que vai monitorar. Sem isso, o app abre mas não traz talhão nenhum.

E funciona sem internet. O talhão raramente tem sinal. O aplicativo guarda tudo no aparelho e sincroniza sozinho quando a conexão volta, então o técnico não precisa se preocupar com cobertura no meio da lavoura.

O que se registra em cada parada

São dois momentos, sempre nesta ordem: primeiro a abertura de ponto, depois a contagem das pragas.

A abertura de ponto é o registro de como está a lavoura naquele local, e reúne duas informações:

  1. O estádio da lavoura — em que ponto do ciclo a planta está: V4, R5, e assim por diante. Não é detalhe burocrático: é o estádio informado na abertura que decide qual faixa do nível de controle vale, porque duas lagartas por metro significam coisas diferentes em momentos diferentes da lavoura.
  2. A fenologia — as medições da própria planta, e não da praga: altura, número de nós, distância entre nós, stand, plantas por metro; na soja, vagens e grãos por vagem; no algodão, botões, maçãs e capulhos. É o que permite acompanhar se a lavoura está crescendo como o esperado para aquela variedade.

A contagem das pragas vem depois. Para cada praga encontrada, o técnico informa o método de contagem usado, quantas plantas avaliou, a praga, o tamanho do indivíduo quando ela é contada assim — lagarta pequena, média, grande — e a quantidade. Quando a praga é cadastrada com opções prontas, ele não digita número: marca Baixo, Médio ou Alto. O aplicativo guarda junto a coordenada, a hora, quem fez e as fotos.

💡 "Abertura de ponto" é o nome que aparece no portal também. Na tela de Levantamentos existe uma caixa com esse nome, e é ela que separa os dois registros: marcada, você está lançando o estádio e a fenologia; desmarcada, está lançando uma praga contada. São dois tipos de registro dentro do mesmo ponto.

Os métodos de contagem

O método é como a praga foi contada naquele ponto — e é ele que dá sentido ao número. Contar cinco lagartas em um metro de fileira não é a mesma informação que encontrar cinco lagartas em cem plantas examinadas. São três:

MétodoComo se fazQuando se usa
Pano de batida Estende-se o pano no chão, entre duas fileiras, sacodem-se as plantas sobre ele e conta-se o que caiu. O método clássico do MIP em soja: percevejos, lagartas e o que se desprende da planta.
Planta Escolhe-se um número de plantas no ponto — 10, 20 — e examina-se uma a uma, informando quantas foram avaliadas. Quando o que importa é a proporção da lavoura afetada: doenças foliares, ataque em ponteiro, dano em maçã.
Metro Conta-se tudo o que há em um metro linear de fileira. Ervas daninhas e pragas de solo, e boa parte do monitoramento em algodão.
💡 Quais métodos aparecem para o técnico é definido no cadastro de Cultura, na seção de monitoramento — inclusive qual deles já vem marcado por padrão. Deixar só os que a fazenda usa evita escolha errada na hora da contagem, e escolha errada de método muda o número que o agrônomo vai ler.

O que o sistema faz com isso

Todas as paradas feitas naquele talhão naquele dia formam um levantamento — inclusive quando dois técnicos monitoraram o mesmo talhão na mesma data: os pontos dos dois entram na mesma conta. O total de pontos percorridos vira o divisor das médias, e é por isso que parar mais vezes dá um retrato mais fiel da área: com três paradas, uma reboleira num canto pode passar despercebida ou virar a média inteira.

A partir daí o sistema calcula um número por praga e o compara com o nível de controle cadastrado para aquela cultura e aquele estádio. O resultado aparece no painel de levantamentos da tela inicial, no cruzamento praga × talhão, com o número destacado na cor da faixa em que ele caiu — é o que faz saltar aos olhos o que passou do limite, sem precisar ler linha por linha.

Uma parada mal lançada não estraga só ela: entra na média do talhão inteiro daquele dia. Por isso existe a tela de Levantamentos no portal — para o agrônomo conferir e corrigir o que chegou do campo.


A partir daqui: como deixar o sistema pronto

Até aqui era a rotina de campo. O resto deste guia é a ordem de implantação — a sequência de cadastros que faz essa rotina funcionar, cada um com o seu artigo linkado no caminho:

  • Passos 1 a 4 — o cadastro. Definem o que vai ser monitorado, como é contado e a partir de que número a fazenda age. É trabalho de uma vez só: feito na implantação e revisado a cada safra, quando muda a cultura ou a estratégia.
  • Passo 5 — a rotina. O que precisa estar liberado para o técnico conseguir monitorar no dia a dia.
  • Passos 6 e 7 — a leitura. Onde o agrônomo confere o que chegou e enxerga o conjunto.

Boa parte disso já vem pronta. A upCampo mantém uma biblioteca de pragas com nome científico, classe e forma de contagem configurados, e importar dali resolve a maior parte do passo 2. O que cada fazenda de fato personaliza é mais curto do que parece:

  • quais pragas monitorar — a lista da sua cultura, não o catálogo inteiro;
  • como cada uma é contada — o método e a forma de cálculo, que decidem o que o número significa;
  • a partir de que número agir — os níveis de controle, por cultura e por estádio. É a única parte que ninguém pode preencher no seu lugar: é decisão agronômica da fazenda;
  • o que se soma — os grupos de pragas, quando a decisão é tomada pelo conjunto e não pela espécie.
💡 Antes de começar: o monitoramento depende da parte agrícola pronta. Talhão, safra e sobretudo o Plantio da Safra precisam existir — é o plantio que faz o talhão aparecer no aplicativo. Se você ainda não passou por essa etapa, comece pelo Guia Rápido - Parte Agrícola.

🧱 1. Classe de Praga

Localização no sistema: Básico > Classe de Praga

Função principal: agrupar o que vai ser monitorado em famílias — Lagartas, Percevejos, Doenças foliares, Daninhas folha larga. É a classe que organiza a lista no aplicativo e nos relatórios.

Importante: a classe também separa praga, doença, erva daninha e avaliação. Vale pensar nela como a gaveta: se o técnico vai procurar "lagarta" no app, é assim que a gaveta precisa se chamar.

✅ Com as classes criadas, cadastre as pragas.


🐛 2. Praga, erva daninha e doenças

Localização no sistema: Básico > Praga

Função principal: o cadastro central do módulo. É aqui que se define o que é contado, como é contado e a partir de que número a fazenda age.

💡 Não comece do zero: o botão Importar pragas padrão, acima da lista, abre uma biblioteca mantida pela equipe da upCampo — nome científico, classe e forma de contagem já preenchidos. Traga as pragas da sua cultura e ajuste só o que a fazenda faz diferente. É bem mais rápido e menos sujeito a erro do que digitar uma a uma.

O que decidir em cada praga:

  • Forma de cálculo — como a contagem dos pontos vira o número do talhão: Soma simples, Média pontos, Média ocorrências ou Valor prévio. É a escolha que mais muda o resultado; a diferença está explicada no passo 6.
  • Tamanhos — quando a decisão depende do estágio do inseto (lagarta pequena, média, grande), a guia Tamanho permite contar cada faixa separadamente.
  • Níveis pré-definidos — para o que não se conta em número: o técnico escolhe Baixo, Médio ou Alto e o sistema calcula o percentual de pontos em cada opção.
  • Cultura — a praga só aparece no app para as culturas marcadas na guia Cultura. Há o botão Incluir todas culturas para quem monitora a mesma lista em tudo.

✅ Com a praga cadastrada e ligada à cultura, defina o nível de controle.


📈 3. Nível de controle

Localização no sistema: guia Níveis de Controle, dentro de Básico > Praga

Função principal: dizer ao sistema a partir de que número aquela praga vira problema. É o nível de controle que classifica o resultado numa faixa — com nome e cor — e destaca no painel o que passou do limite. Sem ele, o levantamento vira só um número solto: o sistema registra a contagem, mas não tem como dizer se ela é alta ou baixa.

Importante: o nível é cadastrado por cultura e por faixa de estádio, porque a mesma contagem significa coisas diferentes em momentos diferentes da lavoura. Duas lagartas por metro em V4 não é o mesmo problema que em R5.

Cada faixa é um intervalo com um nome e uma cor. O sistema compara o resultado do talhão com a faixa usando o estádio informado na abertura do ponto, e a faixa vale do valor inicial (inclusive) até o final (exclusive) — é o que os cabeçalhos De (=<) e Até (>) indicam.

💡 De onde tirar os números: as recomendações da Embrapa para a cultura, o histórico da fazenda e o agrônomo responsável. A upCampo não define nível de controle por você — ele é decisão agronômica, e é por isso que cada fazenda cadastra o seu.

✅ Nível definido, decida se vai usar grupos de pragas.


🧮 4. Grupo de pragas (opcional)

Localização no sistema: Básico > Grupo de pragas

Função principal: somar a contagem de várias pragas num total só e dar nível de controle a esse total, por cultura e faixa de estádio.

Quando usar: quando a decisão é tomada pelo conjunto, não pela espécie. O caso clássico é o complexo de lagartas: três espécies diferentes, cada uma abaixo do nível, que somadas justificam a aplicação. Se a sua fazenda decide praga a praga, pule este passo.

✅ Cadastro pronto. Agora o campo.


📱 5. A coleta em campo

Onde acontece: no aplicativo de campo da upCampo, no celular do técnico — a mecânica da parada está descrita no início deste guia.

O que precisa estar pronto para o técnico conseguir monitorar:

  • o talhão liberado no aplicativo, o que depende do Plantio da Safra;
  • a praga ligada à cultura daquele plantio, na guia Cultura do cadastro de praga — se não estiver, ela não é oferecida na hora da contagem;
  • o técnico com usuário próprio, porque é o login dele que carimba quem monitorou cada ponto;
  • os estádios da cultura cadastrados, já que é o estádio informado na abertura do ponto que escolhe a faixa do nível de controle.

A rotina é da fazenda, não do sistema: de quanto em quanto tempo cada talhão é visitado e quantas paradas se faz por talhão são decisões agronômicas. A upCampo não cobra frequência nem número mínimo de pontos: ela registra o que foi feito, com data, técnico e coordenada, e é isso que permite conferir depois se a área foi mesmo percorrida.

⚠️ O talhão não aparece no app? Quase sempre falta o Plantio da Safra. Cadastrar o talhão não basta: é o plantio que amarra talhão, safra, cultura e variedade, e é ele que libera o talhão para o aplicativo. Se o talhão aparece mas a praga não, confira a guia Cultura do cadastro da praga.

✅ Com os pontos sincronizados, o resultado já está no portal.


🔬 6. Levantamentos: do ponto ao número do talhão

Localização no sistema: Lavoura > Levantamentos

Função principal: consultar o que veio do campo e, quando preciso, lançar ou corrigir um levantamento pelo portal.

O que o técnico registra é a contagem de cada ponto. O número que o agrônomo olha é o resultado do talhão no dia, calculado sobre o conjunto dos pontos conforme a Forma de cálculo escolhida no cadastro da praga:

Forma de cálculoContaResponde
Soma simplestotal contado, sem dividirquanto apareceu no talhão
Média pontostotal ÷ pontos percorridosqual a pressão média da área
Média ocorrênciastotal ÷ pontos em que a praga apareceuonde tem, tem quanto
Valor préviopontos que escolheram a opção ÷ total de pontos × 100em que percentual da área o nível é Alto

A diferença entre as duas médias é a que mais gera dúvida. Reboleira concentrada — praga forte num canto e nada no resto — dá média de pontos baixa e média de ocorrências alta. Escolher a forma errada é o motivo mais comum de o resultado sair abaixo do nível de controle quando o técnico jura que a praga está lá.

✅ Resultado calculado, veja nos painéis.


📊 7. O painel de levantamentos

Na tela inicial do portal, a guia Levantamentos traz o panorama da fazenda em três visualizações: Padrão, Praga x Talhão — o cruzamento em que cada resultado aparece na cor da faixa em que caiu — e Lista. Há ainda o filtro de período, a seleção de talhões e a opção de mostrar somente as pragas encontradas. É a tela de quem chega de manhã e quer saber onde ir hoje.

💡 Escolheu 60 dias e voltou encontrando 2? O período dos painéis fica salvo no navegador, e na abertura da tela períodos longos são rebaixados para os últimos dois dias, para a primeira carga ser mais leve. Basta escolher o período de novo.

Nos relatórios, o histórico por talhão e por praga permite acompanhar a evolução ao longo da safra — é o que mostra se a aplicação resolveu.


🪤 Armadilhas: a outra forma de contar

Nem toda praga se conta batendo o pano. Mariposas e outros insetos de voo são monitorados por armadilha — o técnico instala no talhão e passa periodicamente para contar o que caiu.

  • Grupo de armadilhas — o tipo de armadilha, o que ela captura e os níveis de controle daquela captura. É o equivalente ao cadastro de praga, para armadilhas.
  • Armadilha x Safra — a instalação: qual armadilha está em qual talhão nesta safra, com coordenada. A guia Coletas guarda cada contagem.

A lógica é a mesma do levantamento: cadastro primeiro, coleta em campo depois, resultado comparado com o nível.


📷 Observação: o registro livre

Localização no sistema: Lavoura > Observação

Nem tudo que se vê no talhão cabe numa contagem: falha de plantio, dano de máquina, erosão, uma planta com sintoma que ninguém soube identificar. A Observação é o registro livre, com foto e localização, feito pelo mesmo aplicativo.

Vale como memória da safra e como prova: a foto fica amarrada ao talhão e à data.


Resultado: com esses passos configurados, a fazenda passa a ter:
  • a contagem de campo chegando ao portal no mesmo dia, mesmo sem sinal no talhão;
  • o resultado de cada praga já comparado com o nível de controle, destacado no painel, em vez de planilha lida no fim da semana;
  • o histórico da praga por talhão ao longo da safra, para decidir com base no que já aconteceu;
  • o registro de quem monitorou, quando e onde — inclusive com a coordenada de cada ponto.

Quer entender o módulo por inteiro, incluindo o que ele faz no celular do técnico? Veja a página do up.Monitora no site da upCampo.


❓ Perguntas frequentes

Por onde começo para usar o monitoramento de pragas?

Pela Classe de Praga e pelo cadastro de Praga — de preferência usando o botão Importar pragas padrão, que traz a biblioteca da upCampo pronta. Depois vêm os níveis de controle por cultura e estádio. Antes de tudo isso, a fazenda precisa ter talhão, safra e Plantio da Safra cadastrados, porque é o plantio que libera o talhão para o aplicativo.

Quantos pontos preciso fazer em cada talhão?

Quantos você julgar necessário. A upCampo não define uma malha de pontos, não marca no mapa onde parar nem exige um número mínimo: o técnico percorre o talhão e para onde achar que deve, e o sistema registra cada parada com data, hora e coordenada. O que vale saber é que o total de pontos percorridos é o divisor das médias — com poucas paradas, uma reboleira num canto pode passar despercebida ou virar a média do talhão inteiro. Quantas paradas fazer e de quanto em quanto tempo voltar a cada talhão é decisão agronômica da fazenda.

O técnico monitorou, mas o resultado aparece sem destaque nenhum. Por quê?

O destaque vem do nível de controle. Confira três coisas no cadastro da praga: se existe nível cadastrado para aquela cultura, se existe para a faixa de estádio em que a lavoura está, e se o resultado calculado cai dentro de alguma faixa. Praga sem nível de controle aparece com o número normalmente, só que sem a classificação que diria se ele é alto ou baixo.

Qual a diferença entre "Média pontos" e "Média ocorrências"?

Média pontos divide o total contado pelos pontos percorridos e responde qual a pressão média do talhão. Média ocorrências divide só pelos pontos em que a praga apareceu e responde, onde ela está, quanto tem. Numa reboleira concentrada a primeira dá um número baixo e a segunda um número alto — as duas estão certas, respondem perguntas diferentes. A escolha fica no campo Forma de cálculo do cadastro da praga.

O talhão não aparece no aplicativo do técnico. O que falta?

Quase sempre o Plantio da Safra. Cadastrar o talhão não basta: é o plantio que amarra talhão, safra, cultura e variedade, e é ele que libera o talhão no app. Se o talhão aparece mas a praga não, verifique a guia Cultura do cadastro da praga — a praga só é oferecida para as culturas marcadas ali.

Preciso de internet no talhão para monitorar?

Não. O aplicativo de campo da upCampo funciona offline: guarda os pontos no aparelho e sincroniza quando a conexão volta. Vários técnicos podem monitorar a mesma fazenda ao mesmo tempo, e os pontos de todos entram no mesmo levantamento do dia.

Quando devo usar grupo de pragas em vez de cadastrar praga por praga?

Quando a decisão de aplicar é tomada pelo conjunto. O caso clássico é o complexo de lagartas: três espécies, cada uma abaixo do nível, que somadas justificam a aplicação. O Grupo de pragas soma a contagem das pragas escolhidas e recebe nível de controle próprio, por cultura e faixa de estádio. Se a fazenda decide espécie a espécie, não é necessário.

Qual a diferença entre levantamento, armadilha e observação?

Levantamento é a contagem em pontos dentro do talhão — a batida de pano, a contagem por planta ou por metro. Armadilha é a captura passiva, para insetos de voo, contada a cada visita. Observação é o registro livre, com foto, do que não cabe em contagem — falha de plantio, dano de máquina, sintoma a identificar.

Posso lançar um monitoramento pelo portal, sem o aplicativo?

Pode. A tela Levantamentos permite lançar e corrigir registros pelo portal — é o caminho para acertar um lançamento errado ou registrar uma contagem feita no papel. O caminho normal, porém, é o aplicativo: ele já traz a lista de pragas da cultura e guarda a coordenada de cada ponto.